Exportação de poliuretanos totaliza 22,9 mil toneladas
01/09/2008

Os efeitos favoráveis do crescimento da atividade industrial – alta de 6,6% nos últimos 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – são notados também no mercado de poliuretanos (polióis e isocianatos). Segundo a Comissão Setorial de Poliuretanos da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), dois fatores principais contribuem para o aquecimento do setor: o aumento das vendas de bens duráveis, como refrigeradores, automóveis, móveis e colchões, que utilizam amplamente o poliuretano em seus processos produtivos, e a versatilidade do insumo, que possibilita uma infinidade de aplicações, mostrando-se uma alternativa de elevado valor agregado para a indústria. O aumento da demanda também tem se refletido no comércio exterior. Em 2007, as exportações de poliuretanos superaram os níveis verificados nos dois últimos anos, por conta do aumento da escala de produção e da capacidade de investimento. O volume exportado totalizou 22,9 mil toneladas – incremento de 5,1% em relação a 2006. As importações evoluíram 7,5% em 2007, alcançando a marca de 130,2 mil toneladas.

(Fonte: Comissão Setorial de Poliuretanos da Abiquim)