Pesquisas de Engenharia Têxtil da FEI sugerem novos processos para a indústria
23/06/2008

Um estudo mostra projetos em que se compara o conforto de calor entre tecidos sintéticos, foram alvo de pesquisa da nova turma de engenheiros têxteis da FEI, que chega agora ao mercado de trabalho. Formandos do curso de Engenharia Têxtil do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana) desenvolveram um estudo sobre a nova tecnologia no tingimento de tecidos de algodão por meio de espuma, que economiza água e não agride o meio ambiente. Um outro projeto mostra que tecidos de poliéster ou nylon podem apresentar o mesmo conforto térmico conforme a situação. As duas pesquisas fazem parte dos trabalhos de conclusão deste semestre do pioneiro curso de Engenharia Têxtil da FEI. O processo de tingimento por impregnação tradicional utiliza repetições de lavagens no tecido, com a utilização de água, pigmento (cor) e resina. Já o tingimento por espuma não utiliza água. É necessário apenas o pigmento, espumante e resina, responsável pela fixação da cor no tecido. Para produzir a espuma, uma máquina, como a de lavar roupas, é usada para agitar todos os materiais. “Estas pesquisas envolvem temas atuais e podem ter aplicação no mercado, pois unem pesquisa e prática”, avisa o coordenador dos projetos Fernando Barros, professor de Engenharia Têxtil, que foi o primeiro curso superior da área no Brasil.


(Fonte: Portal Fator Brasil)