Morales assina decreto um dia após ocupar refinarias
14/05/2007

O presidente da Bolívia, Evo Morales, aprovou ontem um decreto que permite à estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) explorar hidrocarbonetos em potenciais reservas em parceria com outras empresas públicas, como a Petróleos da Venezuela (PDVSA), ou com companhias privadas.
Morales explicou que o decreto estabelece os mecanismos de associação da YPFB com outras estatais, mas também com firmas do setor privado. Embora não tenha citado expressamente a PDVSA, esta é uma das estatais com as quais a Bolívia tem projetos avançados - em 2006, os dois países assinaram parceria para investimentos milionários, ao criar a empresa Petroandina, da qual a YPFB tem 51% e a PDVSA, os 49% restantes.
Um segundo decreto também assinado ontem estabelece um "procedimento transitório" para garantir o transporte e a venda dos hidrocarbonetos até que a YPFB feche novos contratos.
No sábado, o presidente da Bolívia, que última quinta-feira anunciou a compra, por US$ 112 milhões, das duas refinarias da Petrobras instaladas no país, realizou uma ocupação simbólica dos ativos, embora a transferência oficial para a YPFB só deva ocorrer dentro de um mês. (Fonte: O presidente da Bolívia, Evo Morales, aprovou ontem um decreto que permite à estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) explorar hidrocarbonetos em potenciais reservas em parceria com outras empresas públicas, como a Petróleos da Venezuela (PDVSA), ou com companhias privadas.
Morales explicou que o decreto estabelece os mecanismos de associação da YPFB com outras estatais, mas também com firmas do setor privado. Embora não tenha citado expressamente a PDVSA, esta é uma das estatais com as quais a Bolívia tem projetos avançados - em 2006, os dois países assinaram parceria para investimentos milionários, ao criar a empresa Petroandina, da qual a YPFB tem 51% e a PDVSA, os 49% restantes.
Um segundo decreto também assinado ontem estabelece um "procedimento transitório" para garantir o transporte e a venda dos hidrocarbonetos até que a YPFB feche novos contratos.
No sábado, o presidente da Bolívia, que última quinta-feira anunciou a compra, por US$ 112 milhões, das duas refinarias da Petrobras instaladas no país, realizou uma ocupação simbólica dos ativos, embora a transferência oficial para a YPFB só deva ocorrer dentro de um mês.
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O presidente da Bolívia, Evo Morales, aprovou ontem um decreto que permite à estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) explorar hidrocarbonetos em potenciais reservas em parceria com outras empresas públicas, como a Petróleos da Venezuela (PDVSA), ou com companhias privadas.
Morales explicou que o decreto estabelece os mecanismos de associação da YPFB com outras estatais, mas também com firmas do setor privado. Embora não tenha citado expressamente a PDVSA, esta é uma das estatais com as quais a Bolívia tem projetos avançados - em 2006, os dois países assinaram parceria para investimentos milionários, ao criar a empresa Petroandina, da qual a YPFB tem 51% e a PDVSA, os 49% restantes.
Um segundo decreto também assinado ontem estabelece um "procedimento transitório" para garantir o transporte e a venda dos hidrocarbonetos até que a YPFB feche novos contratos.
No sábado, o presidente da Bolívia, que última quinta-feira anunciou a compra, por US$ 112 milhões, das duas refinarias da Petrobras instaladas no país, realizou uma ocupação simbólica dos ativos, embora a transferência oficial para a YPFB só deva ocorrer dentro de um mês.O presidente da Bolívia, Evo Morales, aprovou ontem um decreto que permite à estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) explorar hidrocarbonetos em potenciais reservas em parceria com outras empresas públicas, como a Petróleos da Venezuela (PDVSA), ou com companhias privadas.
Morales explicou que o decreto estabelece os mecanismos de associação da YPFB com outras estatais, mas também com firmas do setor privado. Embora não tenha citado expressamente a PDVSA, esta é uma das estatais com as quais a Bolívia tem projetos avançados - em 2006, os dois países assinaram parceria para investimentos milionários, ao criar a empresa Petroandina, da qual a YPFB tem 51% e a PDVSA, os 49% restantes.
Um segundo decreto também assinado ontem estabelece um "procedimento transitório" para garantir o transporte e a venda dos hidrocarbonetos até que a YPFB feche novos contratos.
No sábado, o presidente da Bolívia, que última quinta-feira anunciou a compra, por US$ 112 milhões, das duas refinarias da Petrobras instaladas no país, realizou uma ocupação simbólica dos ativos, embora a transferência oficial para a YPFB só deva ocorrer dentro de um mês. (Fonte: Gazeta Mercantil)