BASF e piloto Klever Kolberg estão entusiasmados com a largada do Rally Dakar
04/01/2010

Começa no dia 1º de janeiro, em Buenos Aires, a mais famosa prova off-road do planeta, o Rally Dakar, cujo percurso atravessa regiões da Argentina e Chile em nove mil quilômetros. A BASF, patrocinadora oficial da equipe do piloto Klever Kolberg, espera que a enorme audiência da competição – que alcança centenas de países ao redor do globo – conheça melhor o combustível ‘verde’ brasileiro, o etanol, e sua contribuição com o meio ambiente. Segundo Maurício Russomanno, diretor de marketing de Proteção de Cultivo da BASF no Brasil, o projeto da equipe de Klever Kolberg está em linha com os pilares da sustentabilidade. “A BASF é uma empresa química preocupada com a promoção de negócios responsáveis inclusive o plantio da cana-de-açúcar. A empresa investe em programas de adequação ambiental e na visibilidade do etanol. Esse projeto nos agrada porque é pioneiro e nos permite dar visibilidade globalmente ao biocombustível brasileiro como alternativa energética”, explica. Conforme informação do piloto e engenheiro Klever Kolberg, seu interesse em participar com um carro movido a etanol no rally nasceu quando pensava em encerrar sua carreira ao volante usando o aprendizado de anos de participação de uma maneira diferente. “Era um objetivo antigo levar o etanol para o Dakar e com o passar dos anos, concluí que não se tratava mais de momento a esperar, mas sim que era preciso realizá-lo”, conta Kolberg, prestes a iniciar sua 22ª participação no mais tradicional rally do mundo. A adesão dos parceiros ao projeto com carro a etanol aconteceu gradativamente após o desenvolvimento do Mitsubishi com motor V6. Hoje Kolberg já está pensando em levar o álcool também para a próxima edição do Rally dos Sertões. A prova é realizada em regiões inóspitas e passa por vários estados do Nordeste. Kolberg entende que da mesma forma como o Dakar outras provas off road internacionais devem criar a categoria dos carros a etanol. Sendo um projeto pioneiro, o objetivo da equipe brasileira desta vez não é a competitividade e sim a sustentabilidade. “A inovação tem seu preço e temos de pagar por isso. É na dificuldade que está a oportunidade. Estamos participando para obter conhecimento e mostrar que o projeto é viável.”, expõe Kolberg.


(Fonte: ExpressoMT e CL-A Comunicações, 01/01/2010)