Mercado internacional
29/06/2009

Os possíveis sócios estrangeiros de complexo petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) poderiam absorver o excedente inicial de produção do complexo, de acordo com avaliação do vice presidente financeiro da Petrobras, Almir Barbassa. De acordo com o executivo, a produção do Comperj abastecerá, em primeiro lugar, o mercado nacional, mas o que exceder pode ser exportado, através de seus sócios. A estatal vem negociando aliança com empresas locais e estrangeiras, mas não há ainda nada de concreto. A Comperj deve começar a operar em 2012, quando vai processar 150.000 barris/dia. Em petroquímicos básicos serão 1,3 milhões de toneladas/ano de etileno, 900.000 toneladas/ano de propileno, 700.000 t/ano de paraxileno e 600.000 t/ano de benzeno. De acordo com Barbassa, o projeto do Comperj esta dentro do cronograma estabelecido e ate equipamentos e máquinas básicas já foram compradas. Ele lembrou ainda que a refinaria do Comperj tem uma tecnologia única na produção de produtos petroquímicos a partir de petróleo pesado, inédita no mundo. Os investimentos previstos no projeto devem somar US$ 8.400 milhões.

(Fonte: Business News Americas)