Dow mantém foco nas operações de maior valor agregado
08/12/2008

A Dow Chemical, que tem no Brasil, um importante parque industrial, distribuído entre a região Sudeste (Guarujá, Jundiaí e Pindamonhangaba) e a Nordeste (Aratu e Camaçari), já aumentou seus ativos, com a fusão com a Union Carbide, da qual recebeu a unidade de hidroxietilcelulose (HEC), na Bahia, e a fábrica de polietileno de baixa densidade (PEBD) convencional (alta pressão), em Cubatão-SP, mantém seu foco de crescer nas operações de maior valor agregado. “Os cenários mudam muito rápido e as companhias têm de atuar muito rápido também, para investir o dinheiro no lugar certo”, avalia o presidente da Dow, Pedro Suarez. Esta é a explicação que ele dá, para uma série de transações feitas pela empresa, nos últimos tempos: a venda das unidades de polietileno, em Cubatão e a de vinil acetato, em Cabo de Santo Agostinho (PE); a saída da empresa da PQU e o fechamento de unidade de celulose em Camaçari. Sem falar na venda de uma unidade em Camaçari, para a Unigel. “Fizemos tudo o que podíamos quanto à redução de custo e inovação. Procuramos soluções diferentes, mas estas ações não deram resultado. Anunciamos a expansão da unidade de TDI - diisocianato de tolueno, usado na produção de poliuretanos -, em Camaçari, e temos investido no negócio Dow AgroSciences, adquirindo a Agromen, uma unidade de sementes. Um investimento muito importante, que está alinhado com o nosso objetivo de crescer nas áreas onde temos foco”.

(Fonte: Portal Brasil Energia)